Minha História

Esse texto é meu para o mundo. É o meu compromisso, minha missão e a minha paixão.Eu lembro claramente de como cada coisa aconteceu, e como descobri a minha missão de vida de dar clareza para todos que cruzarem o meu caminho.

Bem-vindo(a) à minha história 🙂

Quando saí da faculdade de Psicologia me sentia mais perdida do que amendoim em boca de banguela.

O que a UFRJ me deu não tinha preço. Uma formação de ponta, com uma enorme segurança técnica, mas pouca noção de mercado e praticamente nenhum direcionamento de carreira.

Na verdade, a única direção que tinha era em ir em frente e começar a buscar o meu sonho: clinicar.

Tinha muito preconceito com psicologia organizacional, achava que RH não ia ser a minha praia n-u-n-c-a, além de considerar a área muito diferente do que eu que queria (veja como o mundo dá voltas), que era ser psicóloga clínica.

Como eu não tinha “paitrocínio”, tive que pagar a minha supervisão clínica, análise e a locação de espaço para atender, tudo isso do meu próprio bolso. Parece que desde aquela época a vida já reservava desafios enormes para mim, e olha que estamos falando do começo dos meus 20 e poucos anos. Acreditava que tinha que vencer sozinha.

Foi aí então que decidi que meu sonho precisava de um combustível que todos nós temos: dedicação e suor, e fui dar aulas de inglês.

Aos trancos e barrancos eu ia, mas naquela época eu nem imaginava tudo que a vida me reservava.

Mãe, sonhos e trabalho.

Quando finalmente aluguei um consultório,  (que era parte da realização desse sonho) me vi grávida. Uma surpresa apareceu: minha gravidez da Sofia.

Me vi com ainda mais responsabilidades e nem um pouco desfocada do sonho. Afinal, eu era uma guerreira e ia lutar pelo o que eu queria independente do que acontecesse.

( Hoje vejo como essa ideia sobre mim mesma poderia ter me levado para um caminho bem negativo e me tirado do meu foco, mas isso é assunto para um outro texto...)

A Sofia nasceu e todas as minhas prioridades mudaram. Assim que saí de licença maternidade, e com uma bebezinha de 3 meses, voltei ao trabalho em um ritmo ainda maior.

Dobrava como professora, além de atender como psicóloga clínica e ser uma mãe dedicada.

O resultado disso, além do cansaço físico e mental, foi meu consultório começar a perder espaço para as aulas, e a minha frustração aumentando mais ainda. Naquele ano ainda, além das dúvidas profissionais, veio o meu divórcio. Me vi morando na casa da minha mãe, me distanciando da carreira que eu escolhi e muito triste, me sentindo derrotada de uma forma estranha.

Eu queria viver o sonho. Lutar por isso. Mas por que estava dando errado?

O erro era meu? Era falta de esforço? Todos esses questionamentos profissionais me consumiam diariamente, enquanto eu tinha uma linda bebê, agora com 4 meses, para cuidar e dar amor, além de uma separação para lidar.

Mas existiu uma coisa que eu sempre tive: capacidade de me reinventar e de fazer tudo ao meu alcance para mudar minha realidade.

Mesmo com todos os questionamentos, eu via a luz no final do túnel. E essa luz não era divina ou mágica, era simplesmente eu mesma me puxando para fora do buraco, ou melhor, correndo para fora dele.

Run, Carol, Run.

Como eu não tinha os conhecimentos que tenho agora, eu só via uma coisa que eu poderia fazer que estava 100% no meu alcance imediato - correr.

Isso mesmo, literalmente correr.

Até 1 ano de idade a Sofi acordava umas 5 vezes durante a noite, e mesmo assim eu assumi um compromisso e comecei a correr com o sol nascendo.

Enquanto eu corria, podia me sentir correndo dos meus medos, dos problemas, das dúvidas.

Começava a perceber a diferença entre exaustão mental e física, e como o exercício te dá energia e capacidade de mudar seu humor e abrir sua mente. Nunca mais larguei esse hábito.

Alguns anos se passaram, e eu entendi que o esporte seria o meu verdadeiro companheiro diário e comecei a pedalar,, praticar yoga ( e ainda desenvolvi um hábito maravilhoso na minha vida chamado meditação.)

Tudo isso contribui para meu equilíbrio emocional, garra, motivação e alegria.

Mas minha carreira ainda estava me colocando para baixo. Foi quando meu irmão me deu um insight muito importante para a vida.

Ele disse: Carolina, esse seu sonho de psicologia clínica se tornou uma mochila pesada demais para carregar. Vai para o RH! De repente o click, e tudo mudou.

Um sonho acaba, outro começa. O RH.

Percebi que meu sonho não me atendia, não fazia mais sentido. Ainda mais naquele momento em que a minha prioridade era dar uma boa condição de vida para minha filhota e ganhar autonomia e independência financeira, ter minha casa, meu espaço.

Eu hoje vejo que tinha várias crenças que me impediam de ter clareza sobre a minha situação profissional. Achava que só a competência técnica seria garantia de sucesso, acreditava que o que eu amava era o assunto, não via que eu tinha várias outras competências, habilidades que eu amava também e que poderiam me dar o estilo e o padrão de vida que trariam realização profissional e pessoal.

Nessa época eu já dava treinamentos em escolas e tinha uma atuação em psicopedagogia institucional que me trouxe um gosto pelo RH e quebrou meu preconceito (e o mundo finalmente completa sua volta).

Percebi que adorava trabalhar por projetos, dar treinamentos,, fazer diagnósticos e propor soluções criativas e bem fundamentadas. Então, quando eu tirei a lente do preconceito e vi oportunidades no RH tudo ficou claro e fácil.

Logo consegui um trabalho em uma consultoria,e depois foi uma sucessão de oportunidades que me levaram à projetos importantes e à gerência de gestão de pessoas.

 

Foram 10 anos no RH, que me tornaram especialista em estruturar o setor e assessorar executivos na gestão de suas equipes e setores. Passar mais de 7 anos gerenciando essa área me trouxe muito know-how do mercado e uma habilidade para lidar com diferentes cenários. Esse histórico você pode ver melhor no Linkedin, prefiro aqui contar a minha história sobre outro ponto de vista

Tinha conquistado a posição que eu queria, o estilo de vida flexível que eu desejava, tempo para minha filha e um excelente salário, mas então por que eu optei por sair da vida corporativa?

Finalmente, eu estava realizada.

Tinha conquistado a posição que eu queria, o estilo de vida flexível que eu desejava, tempo para minha filha e um excelente salário, mas então por que voltar à vida de empreendedora?

Foi durante um curso de meditação, onde fiquei 3 dias em silêncio que percebi que gostaria de voltar a atender, mas se uma forma diferente da que fiz no início da minha carreira. Queria juntar minhas experiências e conhecimentos de forma que pudesse ajudar as pessoas no desenvolvimento pessoal e profissional de forma objetiva e ao mesmo tempo aprofundada.

A minha missão de clareza

A Palombini foi fruto dessa ideia de união entre a Psicologia, o RH e a Educação, minhas grandes paixões.

Foi quase que uma revelação, tinha tanta clareza quanto o possível de que o novo caminho era por ali. Na verdade essa sensação já existia há um tempo, desde que algumas pessoas me pediram para voltar ao consultório e aos atendimentos.

Um caso interessante aconteceu quando eu estava nesse retiro de meditação, depois de 3 dias em silêncio, e o grupo finalmente começou a partilhar as experiências. Depois que todos trocamos ideias duas pessoas diferentes me disseram a mesma coisa: “que desperdício você não atender mais, você deveria partilhar essa sua paixão pela mente humana e visão do mundo com outras pessoas.”

Percebi que mais do que amar o que eu faço, eu tinha um dom e uma responsabilidade com aquele dom, e como utilizá-lo para tirar o melhor de cada pessoa que cruzasse o meu caminho. Ainda meditando eu comecei a sentir uma vontade genuína de ajudar as pessoas a encontrarem clareza em suas vidas, encontrarem realização e sentido nos seus trabalhos e nas suas relações com o mundo. Não dava mais pra segurar isso só para mim, ou para as poucas pessoas que trabalhavam comigo. Era hora de compartilhar o que eu aprendi, e aprender com os compartilhamentos que eu teria com cada pessoa.

Era o próximo passo da minha evolução me chamando, e eu estava louca para atender e descobrir o que aquilo me ofereceria.

Hoje vejo a Palombini como uma missão de vida, um legado, e mesmo na minha atuação como consultora e mentora, ele também está presente.

Mas o meu trabalho é amplo.Não se trata apenas de ajudar pessoas a verem o quão grande o seu contracheque pode ser no mês, ou qual viagem será feita no final do ano, ou até mesmo como atingir metas e resultados. Isso são apenas metas e desafios que qualquer profissional de orientação de carreira pode fazer, e eu já faço diariamente comigo mesma e com outras pessoas. O que eu realmente quero é ir mais longe do que isso, mais fundo, sonhando mais alto.

O meu objetivo tem apenas 7 letras: clareza.

Trazer clareza para as pessoas enxergarem caminhos novos e se reinventarem como pessoas e profissionais,  para que superem seus desafios e alcancem seus sonhos, vendo o trabalho como parte integrante da qualidade de vida.

Qualidade.

Essa palavra também é importante. Eu quero e vou fazer com que você chegue lá, independente de qual seja o seu objetivo, posso te garantir isso.

A conquista será, realmente, uma questão de tempo, estratégia e clareza. Nada de sorte ou achismo, apenas o combustível mais importante do mundo: alegria e dedicação. Eu quero de verdade que você viva o sonho.

Mas eu quero que chegue lá bem.

Com saúde, feliz e tendo sua família e amigos por perto.

Quero que descubra suas possibilidades como um todo.

Que se sinta conectado com o que ama.

Que produza.

Foque.

Ganhe.

Ganhe Clareza.

E quem pensa que isso é impossível não vê que se trata apenas de uma sombra.

E para toda sombra, sempre vai existir uma luz.

Meu nome é Carol Palombini, eu sou Psicóloga, consultora e mentora em gestão de pessoas  e quero encher a sua vida de clareza profissional. 

Vamos?